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terça-feira, 6 de março de 2012

Número de crianças obesas cresce e preocupa Ministério da Saúde

Na edição do dia 06 de março do Bom Dia Brasil foi ao ar uma matéria sobra a Obesidade Infantil. Poucos sabem mas os mesmo problemas que a obesidade causa nos adultos causa também nas crianças. A matéria na íntegra pode ser conferida no site http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/03/numero-de-criancas-obesas-cresce-e-preocupa-ministerio-da-saude.html

Em caso de dúvidas, é só entrarem em contato. 


Um alerta para os pais: uma em cada três crianças está acima do peso. A obesidade infantil preocupa o Ministério da Saúde.
E a mobilização começou pelas escolas. Durante toda a semana, profissionais do Saúde da Escola vão pesar e medir os alunos. Aqueles que estiverem com excesso de peso vão ser encaminhados para unidades de saúde. Mais de cinco milhões de estudantes, com idades entre 5 e 19 anos, deverão ser atendidos.
Depois que ficou diabético, Tércio Carvalho decidiu: ele e toda a família fariam dieta. Mas, convencer os filhos nem sempre é fácil. “O mais difícil é disciplinar as crianças a comerem na hora certa e comerem o que é nutritivo”, conta o empresário.
Vinícius, filho dele, se esforça. Só que, às vezes, pula uma refeição importante. “Café da manhã, de vez em quando. Quando eu acordo cedo, dá tempo. Aí, dá para comer. Mas quando não dá, não deu”, diz ele.
E para resistir às tentações que estão bem na porta da escola? “Pipoca, refrigerante, balinha, doce”, enumera a estudante Alícia Ferreira, de 12 anos.
O excesso de peso entre os pequenos, crianças de 5 a 9 anos, foi o que mais chamou a atenção do Ministério da Saúde: 35% dos meninos e 32% das meninas estão acima do peso. Mais de 500 mil estão no nível mais grave de obesidade. E 136 mil adolescentes estão na mesma situação.
Médicos e enfermeiros do Ministério da Saúde estão visitando 22 mil escolas públicas de todo o país. Eles medem a pressão, a altura e pesam as crianças. Quem está obeso é encaminhado aos centros de saúde. Todos os alunos aprendem sobre os benefícios da boa alimentação.
“Se não intervirmos agora, estamos criando uma geração de obesos, de hipertensos, de diabéticos, que certamente terão uma chance maior de ter derrame, infarto ,insuficiência renal”, explica Helvécio Magalhães, da Secretaria Nacional de Atenção à Saúde.
O nutrólogo Leandro Vaz lembra que também é fundamental colocar as crianças para se exercitar. Seja na rua, no quintal de casa ou na academia. Pelo menos, três vezes por semana.
“Se a criança tem duas vezes por semana aula de educação física na escola, é muito pouco. O ideal seria nos fins de semana os pais aproveitarem para levar as crianças para o clube, para jogar bola, andar de bicicleta, coisas que elas tenham prazer. Porque se não tiver prazer, dura um mês e elas param”, diz o nutrólogo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dieta do diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação


     Olá caros leitores. Com o Dia Nacional do Diabetes chegando várias matérias sobre o assunto estão sendo publicadas. Achei uma escrita por CAROLINA GONÇALVES bem interessante. Mas lembre-se: para quem tem diabetes a consulta com o NUTRICIONISTA é indispensável pois apenas ele poderá lhe prescrever a dieta adequada ao seu caso. Essas dicas são gerais, mas variam de acordo com cada caso, por isso, procure um Nutricionista e tire suas dúvidas. Caso queira entre em contato com nossa equipe através do e-mail vflnutri@hotmail.com. Boa leitura!

     "Os mitos que cercam a alimentação dos diabéticos são incontáveis. Dizem que o portador de diabetes não pode comer carboidratos ou nenhum tipo de açúcar e deixar de lado até mesmo a carne vermelha. Neste Dia Nacional do Diabetes, lembrado neste domingo (26), o Minha Vida aproveita para derrubar os mitos que envolvem a alimentação do diabético.

     A dieta ideal para quem tem o problema varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados: 

Arroz, pães e massas integrais: a endocrinologista e nutrólga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.



Carboidratos simples e açúcar: doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade.

"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.

Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição. 



Frutas: "As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem.

Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples.

A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes". 



Sucos: embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga.

A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.  



Leite desnatado: para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios. 



Cortes magros de carne vermelha: a maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen. 



Peixes: eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga. 



Legumes e verduras à vontade: ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen. 



quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ainda contando calorias? O seu plano para perda de peso pode estar ultrapassado

Olá caros leitores. Estava lendo algumas matérias na internet e achei essa matéria publicada no New York Times bem interessante. Coloquei a matéria traduzida aqui pra vocês. Que fique claro que essa matéria não foi escrita por mim e não expressei de forma alguma minha opinião sobre o assunto, coloquei apenas a matéria traduzida. Espero que gostem!!!

Por JANE E. BRODY, New York Times

"Não é nenhum segredo que os americanos são mais gordos hoje em dia do que antes, não só aquelas desafortunadas pessoas que são geneticamente predispostas a ganhar peso ou as que estiveram em sobrepeso por toda sua vida. Muitas pessoas que eram magras no início da fase adulta ganharam uns quilinhos nada saudáveis na medida em que foram envelhecendo.

Também não é nenhum segredo que a conhecida recomendação para comer menos e se exercitar mais tem apresentado pouco efeito na restrição do aumento inexorável de peso. Ninguém gosta de se sentir privado de comida ou de sair da mesa com fome e a noção de que o indivíduo em geral deve comer menos para controlar o seu peso corporal realmente não funcionada para o típico americano.

Dessa forma, descobertas recentes sobre que alimentos específicos as pessoas devem comer com menos frequência – e principalmente, com mais frequência – para evitar o ganho de peso na medida em que envelhecem, devem ser de grande interesse para milhares de americanos.

A nova pesquisa realizada por cinco especialistas em saúde pública e nutrição da Universidade de Harvard é, até o momento, a análise de longo prazo mais detalhada dos fatores que influenciam o ganho de peso, envolvendo 120.877 homens e mulheres instruídos que eram saudáveis e não obesos no início do estudo. Além da dieta, essa pesquisa apresenta declarações importantes sobre o exercício, o sono, o ato de assistir televisão, o fumo e o consumo de álcool.

Os participantes do estudo – enfermeiras, médicos, dentistas e veterinários no Estudo de Saúde de Enfermeiros, no Estudo de Saúde de Enfermeiros II e no Estudo de Acompanhamento de Profissionais de Saúde – foram acompanhados por 12 a 20 anos. A cada dois anos, eles preenchiam questionários muito detalhados sobre seus hábitos alimentares e outros hábitos e sobre o seu peso atual. Os resultados fascinantes foram publicados em junho no The New England Journal of Medicine.

A análise avaliou como um grupo de fatores influenciou o ganho ou a perda de peso a cada período de quatro anos do estudo. Os participantes em média ganharam cerca de 1,5 kg a cada quatro anos, com um ganho total de peso de aproximadamente 7,6 kg em 20 anos.

“Esse estudo mostra que o senso comum — comer de tudo com moderação, comer menos calorias e evitar alimentos gordurosos — não é a melhor abordagem”, disse em entrevista o Dr. Dariush Mozaffarian, cardiologista e epidemiologista da Harvard School of Public Health [Faculdade de Saúde Pública de Harvard] e principal autor do estudo. “O que se come faz uma grande diferença. Apenas contar calorias não terá muito efeito, a menos que o indivíduo atente-se aos tipos de calorias ingeridas”.

Dr. Frank B. Hu, especialista em nutrição da Harvard School of Public Health e coautor da nova análise, disse: “No passado, muita ênfase foi dada a fatores individuais na dieta. Mas a busca por uma “solução mágica” não resolveu o problema de obesidade”.

O Dr. Mozaffarian alega ainda que é falsa a declaração da indústria alimentícia de que não existe alimento ruim para a saúde.

“Existem alimentos bons e ruins e deve-se orientar a população a ingerir mais alimentos bons e menos alimentos ruins”, disse ele. “A noção de que se deve comer de tudo com moderação é apenas uma desculpa para comer tudo aquilo que se tem vontade”.

O estudo mostrou que a atividade física apresentou os benefícios esperados para o controle de peso. Os indivíduos que se exercitaram menos durante o estudo, tenderam a ganhar peso, ao passo que os indivíduos que aumentaram suas atividades físicas não. Os indivíduos com maior aumento da atividade física ganharam aproximadamente 0,8 kg a menos do que o restante dos participantes nos períodos de quatro anos.

Mas os pesquisadores descobriram que os tipos de alimentos que as pessoas comiam apresentaram um efeito maior nos indivíduos do que as mudanças na atividade física.

“Tanto a atividade física quanto a dieta são importantes para o controle do peso, mas se você é razoavelmente ativo e ignora a dieta, pode ainda ganhar peso”, disse o Dr. Walter Willett, presidente do departamento de nutrição da Harvard School of Public Health e coautor do estudo.
Como o Dr. Mozaffarian observou “a atividade física nos Estados Unidos é pobre, mas a dieta é ainda pior”.
Pequenas coisas significam muito. As pessoas não ficam com sobrepeso da noite para o dia. Pelo contrário, os quilinhos são conquistados lentamente, em geral de maneira imperceptível, até que um dia nada no seu guarda roupa cabe em você como cabia antes.

Ainda mais importante do que o seu efeito na aparência e no guarda roupa é que esse ganho de peso gradual prejudica a saúde. Pelo menos seis estudos anteriores descobriram que o aumento de peso aumenta também o risco em mulheres de doenças cardíacas, diabetes, derrames e câncer de mama e o risco em homens de doença cardíaca, diabetes e câncer de cólon.

A beleza do novo estudo está na sua capacidade de mostrar, com base na experiência real, como pequenas mudanças na alimentação, nos exercícios e em outros hábitos podem resultar em grandes mudanças no peso corporal ao longo dos anos.

Em média, os participantes do estudo ganharam aproximadamente 0,5 kg ao ano, com um ganho de até 10 kg em 20 anos. Alguns ganharam muito mais, cerca de 2 quilos ao ano, enquanto poucos conseguiram permanecer com o mesmo peso ou até mesmo perder peso.

Os participantes que apresentaram sobrepeso no início do estudo, tenderam a ganhar mais peso, o que aumentou seriamente o risco de apresentar doenças relacionadas à obesidade, disse o Dr. Hu. “As pessoas que já estão com sobrepeso devem tomar mais cuidado com o que elas comem”, disse ele.

Os alimentos que contribuíram para o maior ganho de peso não surpreenderam. Batatas fritas lideraram a lista. O aumento do consumo desse alimento, apenas, foi relacionado a um ganho de peso médio de 1,7 kg em cada período de quatro anos. Outros contribuintes importantes foram os salgadinhos (aproximadamente 0,85 kg), as bebidas ricas em açúcar (aproximadamente 0,5 kg), as carnes vermelhas e processadas (aproximadamente 0.48 e 0.46 kg, respectivamente), outras formas de batatas (aproximadamente 0,28 kg), doces e sobremesas (aproximadamente 0,20 kg), grãos refinados (aproximadamente 0,19 kg), outros alimentos fritos (aproximadamente 0,16 kg), suco de fruta 100% natural (aproximadamente 0,155 kg) e manteiga (aproximadamente 0,15 kg).

Outro fato que também não foi muito surpreendente é que a maioria dos alimentos que causaram perda de peso ou nenhum ganho de peso quando consumidas em maiores quantidades durante o estudo foram: frutas, vegetais e grãos inteiros. Comparado aos indivíduos que ganharam mais peso, os participantes do Estudo de Saúde de Enfermeiros que perderam peso consumiram 3,1 porções a mais de vegetais todos os dias.

Mas ao contrário do que muitos acreditam, um aumento da ingestão de produtos lácteos, seja com baixo teor de gordura (leite) ou com alto teor de gordura (leite e queijo), apresentaram um efeito neutro no peso.
E, apesar da orientação convencional para se ingerir menos gordura, a perda de peso foi maior entre os indivíduos que comeram mais iogurte e nozes, incluindo creme de amendoim, em cada período de quatro anos.

As nozes apresentam alto teor de gordura vegetal e pequenos estudos anteriores mostraram que comer manteiga de amendoim pode ajudar as pessoas a perder peso e mantê-lo, provavelmente porque ela retarda o retorno do apetite.

A descoberta mais surpreendente do estudo foi a de que o iogurte, dentre todos os alimentos, foi o mais fortemente relacionado à perda de peso, disseram os pesquisadores. Os participantes que ingeriram mais iogurte perderam uma média de aproximadamente 0,41 kg a cada quatro anos.

O iogurte contém bactérias saudáveis que em estudos em animais mostraram aumentar a produção dos hormônios intestinais que aumentam a saciedade e reduzem o apetite, disse o Dr. Hu. As bactérias também podem aumentar a taxa metabólica, tornando o controle de peso mais fácil.

Mas, segundo novos achados do estudo, o metabolismo é atingido pelos carboidratos refinados – açúcares e amidos desprovidos de sua fibra, como a farinha branca. Quando o Dr. David Ludwig do Children’s Hospital Boston comparou os efeitos dos carboidratos refinados com os dos grãos inteiros tanto em animais quanto em humanos, ele descobriu que o metabolismo, que determina quantas calorias são usadas em repouso, sofreu uma redução com o consumo dos grãos refinados, mas permaneceu o mesmo após o consumo de grãos inteiros.

Outras influências
Conforme sugerido por pequenos estudos anteriores, o tempo que os indivíduos dormiam durante a noite influenciou suas mudanças de peso. Em geral, pessoas que dormiam menos do que seis horas ou mais de oito horas por noite tendiam a ganhar mais peso. Dentre as possíveis explicações estão os efeitos das curtas noites de sono nos hormônios da saciedade, bem como a oportunidade de comer mais enquanto acordado, disse o Dr. Hu.
Ele não se surpreendeu com a descoberta de que quanto mais televisão os indivíduos assistiam, mais peso eles ganhavam, principalmente pelo fato de eles serem influenciados por uma enxurrada de anúncios de alimentos e pelos petiscos comidos em frente da TV.
A ingestão de álcool apresentou uma relação interessante com as mudanças de peso. Nenhum efeito significativo foi observado entre os indivíduos que aumentaram seu consumo para um copo de vinho por dia, mas aumentos em outras formas de álcool foram mais propensos a proporcionar alguns quilinhos.

Como era de se esperar, as mudanças nos hábitos tabagistas também influenciaram as mudanças de peso. Comparado a indivíduos que nunca fumaram, aqueles que pararam de fumar nos últimos quatro anos ganharam uma média de aproximadamente 2,585 kg. O subsequente ganho de peso foi mínimo: aproximadamente 0,7 kg para cada período de quatro anos.

Os indivíduos que continuaram a fumar perderam aproximadamente 0,35 kg em cada período de quatro anos, o que os pesquisadores acreditam ter sido resultado de doenças subjacentes não diagnosticadas, principalmente porque os indivíduos que começaram a fumar não apresentaram nenhuma alteração no peso".



MATÉRIA DISPONÍVEL NO SITE: http://www.nytimes.com/2011/07/19/health/19brody.html?_r=1&pagewanted=2&ref=health&src=me

terça-feira, 5 de julho de 2011

REFEIÇÃO DO INFARTO

Pessoal, não fui eu quem escreveu a matéria mas achei EXTREMAMENTE IMPORTANTE COMPARTILHAR COM VOCÊS.  Recebi por e-mail uma matéria publicada no portal da UOL sobre o "Heart Attack Grill":

O "Heart Attack Grill", que traduzindo, seria mais ou menos "Refeição do Infarto", é uma lanchonete de Dallas, nos Estados Unidos, que faz apologia à uma alimentação de péssima qualidade. O lema da lanchonete é "o sabor pelo qual vale a pena morrer", e o hambúrguer de que fazem mais propaganda, tem nada menos que 1kg e 8 mil calorias.

A pessoa que consegue comer o Quadruple Bypass Burguer inteiro, o maior lanche de lá, é levada de cadeira de rodas até o estacionamento.

Como se isso já não bastasse, os clientes da lanchonete são chamados de "pacientes" e ao entrar no local recebem um avental, como os de hospitais. As garçonetes são "enfermeiras" e o cardápio é chamado de "prescrição médica". E detalhe: as frituras são feitas em banha.

Os absurdos não param por aí: a lanchonete oferece lanche de graça para todo mundo que pesa mais de 160kg, ou seja, ainda fazem apologia e premiam a obesidade.

Os lanches são hipercalóricos e não são vendidos refrigerantes sem açúcar. Até o cigarro vendido por lá é sem filtro, para ser o menos saudável possível.

Jon Basso, o dono da lanchonete, também lançou um livro sobre a "dieta" do Heart Attack Grill e, segundo "Dr. Jon", como se intitula o dono da lanchonete, ele tem a intenção de abrir uma dessas aqui no Brasil, no Rio de Janeiro.

Leia a entrevista completa que Jon deu à UOL:

UOL Ciência e Saúde: Por que você pensou em fazer um restaurante com o tema de comida não saudável?
Jon: muita gente no mundo tem seguido a tendência saudável. Eu estou fazendo o contrário para vender mais e para ser mais honesto. Ninguém realmente quer comida saudável.

Você tem realmente clientes que não pagam o lanche, pois estão acima dos 160 quilos? (O restaurante promete no site que os clientes com mais de 160 quilos não pagam o lanche)
Jon: aproximadamente 30 por dia.

Você não tem medo que seus clientes fiéis fiquem tão gordos que a maioria deles pare de pagar pelo lanche?
Jon: não, 15% da América já está acima dos 160 quilos. Eles são todos bem vindos para comer de graça.

Você não é gordo, você come a sua comida? (Jon diz que tem 1,78 de altura e 84 quilos)
Jon: um single bypass burger aproximadamente quatro vezes por semana

Quantas calorias o Quadruple Bypass Burger realmente tem?
Jon: perguntar quantas calorias alguma coisa tem é estúpido. É como pensar nas estatísticas da Aids enquanto faz sexo, isso arruína a diversão do momento.

Você tem clientes fiéis? Eles ganham peso?

Jon: sim, nós temos um bom número de clientes fiéis que mantêm um ganho de peso estável e consistente.

Algum dos seus clientes teve que ir para o hospital depois de comer algum dos seus lanches?
Jon: não que eu saiba

A cadeira de rodas é só para os clientes que conseguem comer todo o Quadruple Bypass Burger?

Jon: isso mesmo

O que você fazia antes de abrir o Heart Attack Grill?
Jon: eu era dono de uma cadeia de centros de emagrecimento e fitness

As pessoas não têm medo da ideia de a comida ser tão ruim para a saúde que eles precisem de enfermeiras?

Jon: não, eles querem as enfermeiras por que elas são lindas

O tema de enfermeiras é popular com os homens, mas as mulheres vão ao seu restaurante também?

Jon: 60% homens, 40% mulheres

Vocês vendem refrigerante sem açúcar?
Jon: é claro que não!

Você planeja abrir uma lanchonete fora dos Estados Unidos?

Jon: sim, Europa e Brasil. Se algum investidor do Brasil estiver interessado é só entrar em contato. Eu gostaria de entrar no mercado do Rio de Janeiro, mas ainda estou procurando um parceiro.

Fiquem atentos e vejam se é realmente isso que vocês querem para o futuro!!!!!

terça-feira, 21 de junho de 2011

AS CORES DOS ALIMENTOS

Você já parou para pensar nas cores que está colocando em seu prato? Sabe quais são as propriedades de cada uma delas? Não? Então essa matéria é perfeita para você.

Lembre-se: quanto mais colorido o prato, mais completa é a sua alimentação. Então, vamos colorir!


Alimentos brancos

O leite, queijo, couve-flor, batata, arroz, cogumelo e banana são as melhores fontes de cálcio e de potássio.

Estes minerais são importantes porque:
1.Contribuem na formação e manutenção dos ossos.

2.Ajudam na regulação dos batimentos cardíacos.

3.São fundamentais para funcionamento do sistema nervoso e dos músculos. 
Alimentos vermelhos


            O licopeno é uma substância que age como antioxidante e é responsável pela cor vermelha do morango, tomate, melancia, caqui, goiaba vermelha, framboesa, cereja.

          Mais recentemente é apontado como um protetor eficaz contra o aparecimento de câncer de próstata.

           Os alimentos vermelhos contêm, ainda, antocianina que estimula a circulação sanguínea.
  

 Alimentos amarelos

O mamão, a cenoura, a manga, a laranja, a abóbora, o pêssego e o damasco são alimentos de cores amarela ou alaranjada que são ricos em vitamina B-3 e ácido clorogênico.

São substâncias que mantêm o sistema nervoso saudável e ajudam a prevenir o câncer de mama.

Para completar, eles também possuem beta-caroteno, um antioxidante que ajuda a proteger o coração e retarda o envelhecimento.


Alimentos arroxeados



Os alimentos azulados e arroxeados, como a uva, a ameixa, o figo, a beterraba, a berinjela e o repolho-roxo contêm ácido elágico, substância que:
1.Retarda o envelhecimento

2.Neutraliza as substâncias cancerígenas prevenindo diversos tipos de câncer
Alimentos verdes


        Os alimentos de cor verde como os vegetais folhosos, o pimentão, o salsão e as ervas contêm:  cálcio, clorofila, vitamina C e vitamina A, substâncias com os seguintes efeitos: 


1.Desintoxicam as células

2.Inibem radicais livres (que danificam as células e causam doenças)

3.Têm efeito anticancerígeno e ajudam a proteger o coração

4.Protegem o cabelo e a pele

5.Melhoram o sistema imunológico

6.São importantes para os ossos e contração muscular

Alimentos marrons

As fibras e vitaminas do complexo B e E são, principalmente, encontradas nas nozes, aveia, castanhas e cereais integrais como arroz, trigo e centeio.

Consuma alimentos integrais que têm uma cor marrom (pães, biscoitos, macarrão etc.).

1.Melhoram o funcionamento do intestino

2.Combatem a ansiedade e a depressão

3.Previnem o câncer e as doenças cardiovasculares
 
  

 
 


terça-feira, 14 de junho de 2011

ALIMENTOS FUNCIONAIS


São alimentos que além de fornecerem energia para o corpo e uma nutrição adequada, produzem outros efeitos que proporcionam benefícios à saúde, auxiliando na redução e prevenção de diversas doenças.
Mas atenção: para um alimento ser considerado funcional deve haver comprovação científica.



AVEIA

-    Ajuda a diminuir o LDL.
- Ajuda a melhorar a prisão de ventre -  fator de risco para o câncer de intestino.




ALHO


    -  Reduz a pressão arterial;
 -  Protege o coração ao diminuir a taxa de LDL;
 -  Aumenta os níveis do HDL;
 -  Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos.






AZEITE



-  Auxilia na redução do LDL ;
-  Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração;
-  Substitua a manteiga e margarina pelo azeite de oliva, procure o extravirgem, primeira prensagem a frio;
-  Use-o com: pão, biscoito, inhame, aipim, cuscuz, saladas, sopas etc.






CASTANHA DO PARÁ



-  Assim como noz, pistache e amêndoa, auxilia na prevenção de problemas cardíacos.
-  Rica em selênio – mineral presente em mais de 300 enzimas do organismo.

CHÁ VERDE


-  Auxilia na prevenção de tumores malignos além de retardar o envelhecimento.
-  Estudos indicam ainda que pode diminuir as doenças do coração, prevenir pedras nos rins e auxiliar no tratamento da obesidade.




FRUTAS E VERDURAS


-    Ajudam a prevenir diversos tipos de câncer.
-    O consumo regular de frutas e verduras variadas auxilia na redução de doenças cardíacas e da pressão sanguínea, além de evitar doenças como catarata.
-    4ª causa de morte no mundo - o baixo consumo de frutas e verduras.





PEIXES



-  Peixes ricos em ômega 3 (sardinha, salmão, atum, cavala e bacalhau), previnem infartos e derrames – protegem o coração, reduzem o LDL e aumentam o HDL
-  Podem reduzir dores de artrite, melhorar a depressão e proteger o cérebro contra doenças como o mal de Alzheimer
-  Quantidade recomendada: 180 gramas por semana (para reduzir o risco de doenças do coração)

-  Substituir a carne 2 a 3 vezes por semana, COZIDO, ASSADO OU GRELHADO. FRITURAS E MOQUECAS inativam o efeito protetor.


SOJA

-  Seu consumo regular pode diminuir os níveis de LDL;
-  Ajuda a reduzir o risco de doenças do coração;
-  Ajuda a regular o intestino;
-  Pode ajudar a amenizar incômodos da menopausa e a prevenir o câncer  de mama e de cólon.


UVA


-  Substância: RESVERATROL - presente no vinho tinto seco ou no suco de uva vermelha;
-  Ajuda a aumentar o colesterol bom;
-  Evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração.



      Não se esqueça, uma alimentação balanceada é o ideal para uma vida saudável, mas procure sempre um Nutricionista para elaborar o cardápio mais adequado ao seu estilo de vida.